Tudo o que você precisa saber sobre “O Fantasma da Ópera”, que estreia em agosto no Teatro Renault

A nova produção da T4F estreia no dia 1º de agosto no Teatro Renault, mais de dez anos após a primeira temporada, realizada entre 2005 e 2007. Venha saber tudo o musical a mais tempo em cartaz na Broadway!

Um dos musicais mais aguardados do ano, “O Fantasma da Ópera” é um dos clássicos absolutos do teatro musical. Em cartaz em Londres desde 1986 e na Broadway desde 1988, o espetáculo acumula números impressionantes: mais de 140 milhões de pessoas já assistiram a peça em 35 países, em uma bilheteria aproximada de 6 bilhões de dólares.

A produção brasileira fica novamente a cargo da T4F, responsável pelo Teatro Renault, o maior palco de musicais do Brasil. Além da primeira produção brasileira de “O Fantasma da Ópera“, a T4F também foi responsável por trazer ao país sucessos como “A Bela e a Fera“, “Les Misérables” e “Wicked“.

Sucesso absoluto, o musical já foi interpretado em 15 línguas diferentes, e o Mundo dos Musicais vai te contar tudo o que você precisa saber antes da estreia.

OS PROTAGONISTAS

Thiago Arancam – O Fantasma

Estreando nos musicais, Thiago Arancam já tem longa e reconhecida carreira no mundo da ópera. O tenor, que já se apresentou em mais de 40 países, foi o primeiro brasileiro a ingressar na italiana Academia de Canto Lírico do Teatro Alla Scala, após vencer o Concurso Internacional de Canto Erudito Bidu Sayão. Já contracenou com nomes como Plácido Domingo, ao interpretar Christian de Neuveville em “Cyrano de Bergerac”, na produção de 2010 da São Francisco Opera, onde também interpretou Don José em “Carmen”. O ator já apresentou em importantes palcos como o da Opera de Roma, na Itália, Opera Nacional de Washington, nos EUA, Opera Estadual de Viena, Deutsche Opera de Berlim, Bolshoi em Moscou, além de inúmeras produções no Japão, Emirados Árabes, Malásia, Canadá, Espanha, França, Polônia, Letônia, Mônaco e Reino Unido.

Thiago conta com dois álbuns lançados: “Arias”, de 2004, onde interpreta árias de obras clássicas de Puccini, Verdi e Leoncavallo e o recente “Bela Primavera”, que dá o título da turnê com a qual o tenor pretende percorrer o país, e que já tem shows confirmados em cidades como Manaus, Belém, São Paulo e Rio de Janeiro.

Leonardo Neiva – O Fantasma (alternante)

Essa é a volta de Leonardo Neiva ao palco dos musicais. Após participar do elenco da primeira montagem brasileira de “Les Misérables” como Enjolras (papel que repetiu no México) e do musical “South American Way” como Marinho, o barítono se dedicou aos palcos da ópera, participando de montagens como “Tristan und Isolda” no 15º Festival de Ópera Amazonas e passando por importantes palcos como o Teatro Municipal de São Paulo, o Teatro Municipal de Santiago do Chile, como Zurga (“Les Pêcheurs de Perles”), o Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa (“Carmina Burana”) e o Thétre du Capitole em Toulouse, na França (como Cecco del Vecchio, de “Rienzi”). Em 2009, o ator foi premiado como o Melhor Cantor Masculino no XII Prêmio Carlos Gomes por suas interpretações como Lês Grand Prêtre de Dagon em “Sansom et Dalila”, Aeneas em “Dido and Aeneas” e no poema sinfônico “Kullervo”, de Jean Sibelius.

Lina Mendes – Christine


O Fantasma da Ópera” também é a estreia de Lina Mendes nos musicais. A atriz, no entanto, possui longa carreira na ópera. Fez parte da Accademia Teatro Alla Scala em Milão, e já se apresentou no Teatro Regio di Parma, interpretando Nannetta em “Falstaff” e Musetta, em “La Boheme” em Atenas. Também já se apresentou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em óperas como “Tosca”, “Rigoletto” e “Die Zauberflöte” e no centenário do Theatro Municipal de São Paulo, como Gilda em “Rigoletto”. Também fez parte do Centre de Perfeccionament Plácido Domingo, na Espanha, interpretando Abra no oratório “Judita Triumphans” e Cefalo na ópera “Narciso”. Ainda na Espanha, também interpretou Musetta no Palau de les Arts de Valencia. Em 2014, a atriz foi premiada na Revista Concerto 2014, como Jovem Talento.

A soprano, entretanto, também possui longa carreira na dublagem. A atriz já dublou personagens como Lúcia em “As Crônicas de Nárnia”, Cho Chang nos filme da série “Harry Potter” e Lavagirl em “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”, além de ser a primeira voz de Claire Kyle em “Eu, A Patroa e as Crianças” e Olivia Burke em “Gossip Girl”. Atualmente, sua voz pode ser ouvida nos cinemas como Violeta, de “Os Incríveis 2”.

Giulia Nadruz – Christine (alternante)

Giulia Nadruz é uma das novas potências do teatro musical brasileiro. Com mais de 15 musicais no currículo, Giulia já passou por produções como “Ghost – O Musical“, onde protagonizou como Molly, “Shrek – O Musical“, como a princesa Fiona, “Mamma Mia!“, “Fame – O Musical“, “Um Violinista no Telhado“, sendo “MPB – Musical Popular Brasileiro” seu mais recente trabalho.

A atriz coleciona indicações como melhor atriz. Das cinco edições do Prêmio Bibi Ferreira, Giulia foi indicada em quatro, por “Shrek – O Musical“, “Chaplin – O Musical“, “Ghost – O Musical” e “Cinderella de Rodgers e Hammerstein“.

Recentemente, Giulia Nadruz também foi escolhida pela Disney para dublar Emma Watson na versão live-action de “A Bela e a Fera“. Para a Disney, a atriz também dublou Carina Smyth (personagem de Kaya Scodelario) em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” e a Agente de Partida em “Viva – A Vida é uma Festa“.

Clique aqui para conhecer o elenco completo.

O MUSICAL

O Fantasma da Ópera” é uma adaptação do clássico francês de Gaston Leroux, publicado em 1910, e gira em torno de Christine Daaé, uma jovem soprano que se torna objeto de obsessão de uma figura misteriosa que habita a Ópera de Paris. A inspiração do autor partiu de acontecimentos reais no Palais Garnier (conhecido como Ópera de Paris), encomendado pelo imperador Napoleão III como parte de um projeto de renovação de Paris. Quando os trabalhadores começaram a escavar o terreno para a criação das fundações de concreto, água não parava de brotar do terreno pantanoso. Quando o teatro foi concluído, treze anos depois, rumores circulavam a cidade de que havia um lago gigante, cheio de peixes, escondido embaixo da construção, e que figuras misteriosas habitavam o subterrâneo labiríntico do teatro.

O Palais Garnier em Paris, França. Foto: Peter Rivera

O lago, na verdade, é um tanque, criado quando ficou claro que seria impossível drenar a água. O tanque, hoje coberto exceto por um pequeno espaço, impede que mais água suba pela fundação, estabiliza o edifício e é usado até hoje pelos bombeiros de Paris como local de treinamento de mergulho em condições sem visibilidade, segundo o Telegraph.

Outra inspiração vinda do Palais Garnier aconteceu em 1896, quando o contrapeso do principal lustre do teatro caiu, matando um funcionário, inspirando a queda do lustre sobre os espectadores da ópera “Il Muto”.

A ideia de adaptar o livro em musical surgiu quando Andrew Lloyd Webber (compositor, entre outros, de “Cats” e “Sunset Boulevard“) buscava inspiração para escrever uma história romântica, algo que ele buscava fazer desde o início de sua carreira. O compositor buscou Cameron Mackintosh (produtor de teatro de maior sucesso do mundo, com créditos como “Les Misérables“, “Hamilton“, “Cats“, “Mary Poppins” e “Miss Saigon“) para produzir a peça.

Jim Steinman (compositor de sucessos como “Total Eclipse of the Heart” e “It’s All Coming Back to Me Now“) foi convidado para escrever as letras do musical, mas recusou para se dedicar a produzir um álbum para Bonnie Tyler. Alan Jay Lerner (roteirista e letrista de “My Fair Lady“) também foi convidado, mas precisou se retirar do projeto devido a uma doença. Richard Stilgoe (letrista de “Starlight Express“) foi o letrista final, em colaboração com Charles Hart (“Love Never Dies“), que reescreveu diversas partes do musical.

O diretor escolhido para a produção foi o lendário Harold Prince, maior ganhador do Tony Awards da história, com 21 estatuetas, incluindo oito por melhor direção.

O design cênico, incluindo o icônico lustre, e os mais de 200 figurinos usados durante a peça foram criados por Maria Björnson (falecida em 2002), enquanto a coreografia e a direção de movimento ficaram a cargo de Gillian Lynne (falecida em 2018), também conhecida pelas coreografias de “My Fair Lady“, “Cats“, “Cabaret” e os filmes “Yentl” e “O Homem de La Mancha“.

Uma versão em progresso foi mostrada no Festival de Sydmonton em 1985, com Colm Wilkinson e Sarah Brightman como o Fantasma e Kristin. Colm seria substituído por Michael Crawford e voltaria a interpretar o papel apenas na produção canadense, e Sarah originaria o papel (renomeado para Christine) em Londres e na Broadway, além de ser considerada a inspiração de Andrew Lloyd Webber, com quem era casada na época, para o musical.

O musical estreou em Londres no dia 9 de Outubro de 1986 no Her Majesty’s Theatre, onde se encontra em cartaz até hoje, sendo o segundo musical a mais tempo em cartaz no mundo, atrás apenas da produção inglesa de “Les Misérables“. A produção foi indicada a três prêmios Olivier, vencendo Melhor Musical Novo e Melhor Ator em um Musical (Michael Crawford).

Michael Crawford, Sarah Brightman e Steve Barton na Broadway. Foto: Clive Barda

Em 26 de janeiro de 1988, a peça estreou no Majestic Theatre, na Broadway, onde recentemente completou 30 anos. Os três protagonistas da produção londrina, Michael Crawford, Sarah Brightman e Steve Barton reprisaram seus papéis do outro lado do oceano. A produção foi indicada a 10 Tony Awards, vencendo Melhor Musical, Melhor Performance por um Ator Protagonista em um Musical para Michael Crawford, Melhor Performance por uma Atriz Coadjuvante em um Musical para Judy Kaye, Melhor Direção de um Musical para Harold Prince, Melhor Design Cênico e Melhor Design de Figurino para Maria Björnson e Melhor Design de Luz para Andrew Bridge.

O FILME

Gerard Butler, Emmy Rossum e Patrick Wilson

Em 2004 foi lançada a adaptação do musical para o cinema, com Gerard Butler e Emmy Rossum nos papéis principais, Patrick Wilson como Raoul, Miranda Richardson como Madame Giry, Minnie Driver como Carlotta, Simon Callow como André e Ciarán Hinds como Firmin.

O primeiro roteiro do filme foi escrito em 1989 por Andrew Lloyd Webber e Joel Schumacher, diretor contratado para o projeto, com Michael Crawford e Sarah Brightman nos papéis principais e filmagens previstas para julho de 1990. As filmagens foram adiadas para novembro e, eventualmente, o filme ficou preso no divórcio de Andrew Lloyd Webber e Sarah Brightman.

Novas tentativas foram feitas em 1997, com a Warner Bros. considerando John Travolta e Antonio Banderas para o papel principal, mas Schumacher decidiu dirigir uma continuação de “Batman & Robin” que não saiu do papel, “O Júri” e “Dreamgirls” (que só seria gravado anos mais tarde, com direção de Bill Condon).

Quando Andrew Lloyd Webber e Joel Schumacher se reuniram em dezembro de 2002 para desenvolver o filme novamente, a Really Useful Group, empresa de Lloyd Webber, comprou os direitos de adaptação, e a Warner Bros. foi a responsável somente pela distribuição do filme.

Anne Hathaway e Hugh Jackman foram considerados para os papéis principais, mas Anne deixou a produção para gravar a continuação de “O Diário da Princesa” e Hugh, para gravar “X-Men’.

Apesar de ter ficado em desenvolvimento por quinze anos, a crítica não recebeu o filme de maneira positiva: embora Emmy Rossum e o visual do filme tenham sido muito elogiados, o filme atualmente conta com uma média de 33% no Rotten Tomatoes. A avaliação do público, no entanto, chega a 84% no mesmo site. O fenômeno se repetiu nas bilheterias, pois embora o filme tenha recebido avaliações de mistas para negativas, sua bilheteria fez o dobro seu orçamento.

Apesar das críticas, o filme foi indicado a três Oscars: Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia (ambos vencidos por “O Aviador”) e Melhor Canção Original, pela inédita “Learn to Be Lonely“, escrita por Andrew Lloyd Webber e Charles Hart para os créditos do filme, sendo a única música cantada por Minnie Driver em toda a trilha sonora (nas canções da personagem Carlotta, a atriz foi dublada por Margaret Preece, que aparece no filme como Confidant na ópera “Il Muto”).

Na 77ª Cerimônia de Entrega dos Prêmios da Academia, a canção foi apresentada por Beyoncé, com Andrew Lloyd Webber ao piano. O prêmio, no entanto, foi para “Al Otro Lado del Rio“, de “Os Diários de Motocicleta”. A apresentação virou parte da coletânea Unmasked, que celebra a carreira de Andrew Lloyd Webber.

LOVE NEVER DIES – A CONTINUAÇÃO

Em março de 2007, Andrew Lloyd Webber anunciou uma continuação de “O Fantasma da Ópera“, que mais tarde ganharia o nome “Love Never Dies“, em desenvolvimento desde 1990. Uma das primeiras decisões, após uma conversa com Maria Björnson, foi de que a história se passaria na cidade de Nova York, na virada do século XX. Uma primeira tentativa foi feita pelo compositor com o autor Frederick Forsyth, mas o compositor achou as ideias do autor (que foram publicadas no livro “O Fantasma de Manhattan“) muito complicadas para um musical.

O compositor fez diversas tentativas, mas apenas em 2007 foi que, em conjunto com Ben Elton, que foi encontrada uma direção para a história da continuação. Glenn Slater (de “Enrolados” e “School of Rock“) foi convidado para escrever as letras. O projeto teve que ser atrasado em alguns meses quando o gato de Andrew Lloyd Webber pulou no piano digital do compositor e apagou todas as composições, sem que o compositor fosse capaz de recuperá-las.

Os ambiciosos planos iniciais do compositor continham a estreia simultânea na Broadway, em Londres e em Xangai na primavera de 2009, com os três elencos ensaiando simultaneamente em Londres. Mais tarde, a produção seria adiada para 2010, por problemas com efeitos especiais e a re-orquestração e regravação do álbum conceitual, além da dificuldade logística de ensaiar com três elencos.

Em outubro de 2009, Andrew Lloyd Webber confirmou o início das prévias em Londres para o dia 20 de fevereiro de 2010, e a estreia na Broadway para o dia 11 de novembro de 2010.

Com Sierra Boggess e Ramin Karimloo como Christine e Fantasma, Alistair Robbins como Raoul e Summer Strallen como Meg Giry, a produção de Londres foi recebida sem muito entusiasmo, levando o compositor a fechar o espetáculo por alguns dias em dezembro de 2010 para retrabalhar a história, que vê a agora mundialmente renomada Christine Daaé sendo convidada para se apresentar no Phantasma, uma nova atração da Coney Island, sem saber que quem a contratou foi, na verdade, o Fantasma.

Dirigida por Jack O’Brien, coreografada por Jerry Mitchell e com cenários e figurinos de Bob Crowley, a produção londrina fechou em 27 de agosto de 2011. As críticas negativas fizeram com que financiadores da produção na Broadway abandonassem o projeto, que não aconteceu até hoje.

Uma versão renovada, com significantes alterações na história e trilha, além de nova direção por Simon Phillips e design, estreou na Austrália em 21 de maio de 2011. Melhor recebida pelo público e crítica, a produção australiana foi filmada e lançada em DVD e Blu-ray. A mesma produção atualmente realiza turnê nacional pelos Estados Unidos, que estreou em setembro de 2017 em Utica, Nova York, com novas alterações na trilha sonora, mas sem previsão de estreia na Broadway. A gravação do elenco original australiano, revisada com as alterações realizadas para a turnê nacional dos Estados Unidos foi lançada em junho de 2018.

A PRODUÇÃO NO ROYAL ALBERT HALL

O Fantasma interrompe o baila de máscaras.

Para comemorar os 25 anos de estreia do musical em Londres, o produtor Cameron Mackintosh e Andrew Lloyd Webber planejaram uma comemoração de 3 dias no Royal Albert Hall, em outubro de 2011. Inicialmente imaginada como um concerto (como o concerto de aniversário de 25 anos de “Les Misérables” realizado na O2 Arena), a comemoração se transformou em uma produção completa do musical.

Com direção de Nick Morris e Laurence Connor e novos cenários imaginados para a grandiosidade do Royal Albert Hall, os ingressos para as três apresentações se esgotaram em cinco horas. A última apresentação foi retransmitida em cinemas de todo o mundo, com Sierra Boggess e Ramin Karimloo como Christine e o Fantasma. A apresentação contava ainda com um grand finale com Sarah Brightman, Michael Crawford, Colm Wilkinson, Anthony Warlow, Peter Joback e John Owen-Jones cantando a música tema do espetáculo, além da presença de todo o time criativo original que, junto com os convidados e Ramin Karimloo, cantavam “Music of the Night“.

O CD, o DVD e o Blu-ray dessa produção foram lançados no dia 14 de novembro de 2011.

A TURNÊ DE 25 ANOS

Também para comemorar os 25 anos do espetáculo, uma turnê repaginada estreou em março de 2012 na Inglaterra, com John Owen-Jones e Earl Carpenter alternando o papel de Fantasma e Katie Hall como Christine. A nova turnê foi dirigida por Laurence Connor, coreografia de Scott Ambler, cenários de Paul Brown e os figurinos originais de Maria Björnson e ficou em cartaz por diversas cidades até março de 2013, quando foi transferida para os Estados Unidos, onde estreou em novembro do mesmo ano e está em cartaz até hoje.

Um dos espetáculos mais queridos do mundo, não é surpresa que “O Fantasma da Ópera” seja uma das produções brasileiras mais esperadas de 2018.

Fique de olho no Mundo dos Musicais para mais informações sobre “O Fantasma da Ópera” muito em breve.

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