Gota D’Água [A Seco]

 

ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES!

Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear ‘Gota D’Água’, transposição da tragédia grega ‘Medeia’, de eurípedes, para a realidade de um conjunto habitacional do subúrbio carioca. Com um arrojado texto em versos de Chico Buarque e Paulo Pontes e canções como ‘Basta Um Dia’, o espetáculo marcou época e se tornou um clássico moderno do teatro brasileiro.

Mais de quatro décadas depois, a história voltou à cena com uma adaptação absolutamente inédita do diretor Rafael Gomes. Batizada de ‘Gota D’Água [A Seco]’, a nova versão estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016 e está de volta a São Paulo para curta temporada no Teatro Porto Seguro. No palco, Laila Garin e Alejandro Claveaux são acompanhados de cinco músicos sob a direção musical de Pedro Luís. Continuar lendo

60! Década de Arromba – Doc. Musical

Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960. Continuar lendo

Alô Alô Theatro Musical Brazileiro

TEMPORADA PRORROGADA

O show Alô Alô Theatro Musical Brazileiro é uma “breve e ligeira” homenagem ao teatro musical do nosso país! A nossa viagem começa em 1890, e segue até 2016. Através das treze músicas interpretadas pela atriz e cantora Amanda Acosta (dentre elas “Linda Flor”, “Na Batucada da Vida”, “Zambi no Açoite, “Basta Um Dia”…) e de breves relatos, que vieram de um estudo da nossa história, década a década somos transportados no tempo. Situações de bastidores, grandes dramaturgos, compositores, cantores e atores são retratados em cena, divertindo, emocionando e fazendo com que a plateia saboreie um pouco do Teatro Musical Brasileiro que chegou a levar multidões à praça Tiradentes e aos grandes teatros do Brasil. Continuar lendo

Holly Wood Actors

O diretor de fama instantânea de competência duvidosa orienta assistente de direção estudiosa na montagem da peça de quatro atos Holly Wood Actors. No primeiro ato, o diretor faz teste de elenco com “cinco” atores (dois homens e uma mulher) que se inscreveram para a audição. Os dois primeiros candidatos são reprovados no primeiro teste, mas, disfarçados, refazem a audição e conseguem aprovação. A atriz consegue o papel por meio de seu charme e de bajulação ao diretor. A assistente de direção fica atônita com a qualidade duvidosa dos atores selecionados. No segundo ato, o diretor promove um e único ensaio da peça Carmensita que terá estreia em uma semana. Além de apresentar uma técnica de atuação teatral concebida por ele, que a chama de “ator pêndulo”, o diretor concentra ênfase nas performances físicas. A peça ensaiada trata da disputa de dois homens (um toureiro e um boêmio) pelo amor de uma mulher livre e sedutora (Carmensita) baseada na ópera Carmem de Bizet e no filme de igual nome de Carlos Saura. O terceiro ato é a apresentação da primeira parte da peça Carmensita de acordo com a concepção das técnicas do diretor. O quarto ato é o ponto alto do espetáculo, que é uma coreografia de flamenco que os atores se viraram para aprender através de um vídeo. Com Elisa Romero, Gabriel Monteiro e Hermano Leitão, Luana Martins e Pedro Lemos. Continuar lendo